Diretrizes para aulas presenciais começam a ser definida no Ceará

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Instituições como as secretarias da rede pública e o Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Ceará (Sinepe) começam a traçar, agora, diretrizes com orientações práticas relacionadas ao distanciamento social, higienização dos espaços, realocação dos funcionários no grupo de risco, além da reposição de aulas nos contra turnos e aos sábados. No cenário que desafia gestores da Educação em todo o País, o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) lançou, nesta semana, um guia com novos procedimentos sanitários e pedagógicos.

Secretários da Educação de 13 estados brasileiros, com representante do Ceará, definiram que a reabertura das escolas deve considerar três fatores: infraestrutura e recursos, continuidade da aprendizagem e capacidade de análise da crise sanitária. O Sinepe ainda aguarda uma posição do Governo do Estado para saber qual órgão deve fazer a fiscalização da efetividade das orientações nas escolas. Os procedimentos serão encaminhados aos pais por meio dos sites e redes sociais. Além dos procedimentos para evitar a propagação do SARS-Cov-2, os professores e servidores enquadrados no grupo de risco da doença devem receber atenção especial.

Nas escolas municipais, como informou a Secretaria da Educação de Fortaleza (SME), já existe um Grupo de Trabalho com especialistas para a elaboração do plano de retorno das aulas, mas ainda não foi repassada a data de conclusão do documento. As escolas estaduais ainda não possuem data precisa para o começo dos encontros presenciais e ainda planejam como será o procedimento adotado, de acordo com a Secretaria da Educação do Ceará (Seduc).

(Diário do Nordeste/Foto: Isanelle Nascimento)