Presidente da CMA faz avaliação positiva dos trabalhos e lamenta saída dos médicos cubanos

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O presidente da Câmara Municipal de Aracati, vereador Jocélio Gondim fez uma avaliação positiva da sessão da última segunda-feira (19), quando os vereadores aprovaram diversos projetos e requerimentos. O presidente da Câmara lembrou que estará presidindo os trabalhos até o dia 31 de dezembro e que, neste período, tem procurado honrar o mandato com muita garra, determinação e honradez. “Eu fico feliz em estar à frente desta Casa, mas mais feliz eu fico por estar colocando sempre as coisas a favor da população, votando também a favor da população em projetos que beneficiam o povo de Aracati.

Mais Médicos – Comentando a Tribuna Livre do colega vereador Tácito Forte, que discorreu sobre a saída dos médicos cubanos do programa Mais Médicos, Jocélio lembrou que na Região Leste quase não há médicos cubanos. Por isso, a saída desses profissionais em nada irá afetar o dia a dia de quem depende das consultas. “ Aqui não vai afetar muito, pois o único médico cubano que tem é no Fortim”, lembrou.

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Jocélio destacou ainda que há uma semana o prefeito Bismarck Maia se antecipou ao assunto e disse que se algum médico quisesse trabalhar pelo programa teria possibilidade de contratar uns 15 médicos para o Aracati.

Jocélio defendeu a posição do presidente eleito, Jair Bolsonaro, quanto aos cubanos. “Acho que o presidente eleito tem razão. Tem razão porque é injusto os médicos ganharem R$ 11.500,00 e só ficarem com R$ 3 mil. Os R$ 8.500,00 vão para o regime ditatorial de Cuba”, explicou. Jocélio acrescentou ainda que o rendimento dos médicos cubanos, após entregaram a parcela que cabe ao governo cubano e deixarem para seus familiares em Cuba, o que sobra é quase nada para um profissional da medicina.

“Então é quase uma escravidão mesmo”, disse Jocélio. O presidente da Câmara lembrou ainda que no Brasil mais de 20 mil médicos são formados todos os anos. “Tenho certeza que haverá médicos suficientes para suprir essa necessidade com a saída dos médicos cubanos”.